Nesta sexta-feira pós-1° de maio tudo o que eu estudei se resume à um texto sobre segregação urbana, de autoria de Edmond Préteceille. E isso ainda começou sóó de noite... O resto do feriado e da sexta fiquei me preocupando em ouvir sotaque indiano pois o Plínio me convocou para fazer uma tradução de uma palestra da indiana Deepa Gopinath, que pesquisa essas coisas de síntese de fala, ritmo e prosódia... Enfim, vamos ao filtro:
a construção social da segregação urbana: convergências e divergências - Edmond Préteceille in Espaço e Debates 45 - São Paulo 2004
Este texto fala basicamente de como é difícil comparar níveis de segregação urbana estudados all over the world nas cidades ditas globais - e que nos estudos desse tipo, existem muito mais divergências do que as aparentes convergências. O problema, na opinião dele, começa na definição de segregação em cada lugar. Por exemplo, no Brasil e na França a questão se pauta sobre as diferenças sócio-econômicas e a segregação urbana que surge a partir disso. Já nos EE.UU., os estudos visam analisar a segregação sobre uma ótica etno-racial. Dentro desta problemática existe ainda outras problemáticas como: Qual é a tal classificação socio-econômica utilizada nesses estudos? A mesma utilizada nos censos? E a classificação etno-racial? É a mesma coisa ser um preto pobre no Brasil e ser um preto pobre nos EUA?
Dito isso, Edmond parte pra discussão acerca dos recortes urbanos que são faitos para esses estudos. Ele chega à várias conclusões, mas a que convém citar é esta: "Da mesma forma que não existem categorias sociais mais pertinentes a priori, não há recorte espacial que se imponha a priori."(p 15).
Em seguida ele termina falando um pouco dos métodos estatíscos que são usados - o que eu achei muito subjetivo pra um método estatístico {talvez a subjetividade esteja na explicação dele e não no método em si} - e sobre a questão das políticas públicas no que diz respeito a essa questão, mas sobre isso não vou falar por que não entendi muito bem.
Mais há o que dizer mas isto basta.
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3 de maio de 2008
28 de abril de 2008
Segunda à noite
Discurso indireto e imperfeito do indicativo em Francês
Le Discours Indirect:
Como amanhã temos prova de Francês, vejamos como funciona pra fazer discurso indireto. Primeiramente: Quando faz-se um discurso indireto normalmente{acho que na verdade SEMPRE} usa-se um "verbo de dizer"ou pensar ou saber. É só pensar bem: um D.I. é o tipo de frase como:
1. Modification du temps verbal lorsque le verbe introduteur est au passé :
Présent>>Imparfait
Il m'a dit : "J'ai un problème" ! (Présent)
Il m'a dit qu'il avait un problème (Imparfait)
Elle m'a avoué: "Je suis amoureuse de lui" (Présent)
Elle m'a avoué qu' elle était amoureuse de lui (Imparfait)
Futur simple >> conditionnel simple
Au téléphone il a promis : "J'irai vous visiter" (futur)
Au téléphone il a promis qu'il viendrait nous visiter (conditionnel)
Passé composé >> Plus-que parfait
Elle m'a dit : "J'ai perdu mes clés" (passé composé)
Elle m'a dit qu'elle avait perdu ses clés (plus-que- parfait)
Ils nous ont dit : "Nous sommes partis en week-end" (passé composé)
Ils nous ont communiqué qu'ils étaient partis en week-end (plus-que-parfait)
3. Modification des démonstratifs
cet enfant >> cet enfant-là
4. Modification des pronoms
Il leur a demandé : "Vous serez là avec moi ?"
Il leur a demandé s'ils seraient là avec lui
Ils ont dit " Elle était toujours avec nous "
Ils ont dit qu'elle était toujours avec eux
Ils nous ont dit : " Hier, quand vous avez appelé nous étions au cinéma"
Ils nous ont dit que, la veille, quand nous avons appelé, ils étaient au cinéma.
Elle lui avait assuré : "J'irai te voir demain"
Elle lui avait assuré qu'elle irait le/la voir le lendemain
5. Question simple (réponse oui/non)
« Est-ce que le professeur est arrivé ? »
Elle a voulu s'avoir si le professeur était arrivé.
6. Imperatif
Impératif >> de + Infinitif
Ne sors pas par là!
Il lui a dit de ne pas sortir par là
7. Pronom objet
Que veux-tu ? Qu'est-ce que tu veux ?
Elle m'a demandé ce que je voulais.
L'Imperfait
nous Verbo menos ons + ais, ais, ait, ions, iez, aient
exemplos:
Avoir:
Nous av-ons elle av-ait
Parler:
Nous parl-ons je parl-ais
Habib Diário:
Na aula da arquitetura hoje, descobri que não era mesmo pra ler o texto inteiro do Foucault - só o cap. 3!!! Miércoles... enfim dia 19/05 ela vai dar um trabalho pra fazer em sala no dia 26.
Mais há o que dizer, mas depois eu digo.
Le Discours Indirect:
Como amanhã temos prova de Francês, vejamos como funciona pra fazer discurso indireto. Primeiramente: Quando faz-se um discurso indireto normalmente{acho que na verdade SEMPRE} usa-se um "verbo de dizer"ou pensar ou saber. É só pensar bem: um D.I. é o tipo de frase como:
Eu não agüento mais ler o blog da Bruna >> Tomaz falou que não aguenta mais ler o blog da Bruna.Dito isto, vamos as regras:
Acho que ninguém gosta mais de mim >> Diego pensa que niguém gosta mais dele.
Jean deu mesmo o fiantã? >> Jomam quer saber se o Jean deu a bunda mesmo.
CANSEI-ME DE MULHER!!! >> Sbó anunciou que se cansou de mulher.
1. Modification du temps verbal lorsque le verbe introduteur est au passé :
Présent>>Imparfait
Il m'a dit : "J'ai un problème" ! (Présent)
Il m'a dit qu'il avait un problème (Imparfait)
Elle m'a avoué: "Je suis amoureuse de lui" (Présent)
Elle m'a avoué qu' elle était amoureuse de lui (Imparfait)
Futur simple >> conditionnel simple
Au téléphone il a promis : "J'irai vous visiter" (futur)
Au téléphone il a promis qu'il viendrait nous visiter (conditionnel)
Passé composé >> Plus-que parfait
Elle m'a dit : "J'ai perdu mes clés" (passé composé)
Elle m'a dit qu'elle avait perdu ses clés (plus-que- parfait)
Ils nous ont dit : "Nous sommes partis en week-end" (passé composé)
Ils nous ont communiqué qu'ils étaient partis en week-end (plus-que-parfait)
| 2. Transformation des expressions de temps | |||
| Discours direct | Discours rapporté | ||
| Avant-hier | L'avant-veille | ||
| Hier | La veille | ||
| Aujourd'hui | Ce jour-là | ||
| Demain | Le lendemain | ||
| Après-demain | Le surlendemain | ||
| Cette semaine | Cette semaine-là | ||
| La semaine L'année | dernière | La semaine L'année | précédente |
| Le mois dernier | Le mois précédent | ||
| La semaine L'année | prochaine | La semaine L'année | suivante |
| Le mois prochain | Le mois suivant | ||
| Dans deux jours | Deux jours plus tard | ||
3. Modification des démonstratifs
cet enfant >> cet enfant-là
4. Modification des pronoms
Il leur a demandé : "Vous serez là avec moi ?"
Il leur a demandé s'ils seraient là avec lui
Ils ont dit " Elle était toujours avec nous "
Ils ont dit qu'elle était toujours avec eux
Ils nous ont dit : " Hier, quand vous avez appelé nous étions au cinéma"
Ils nous ont dit que, la veille, quand nous avons appelé, ils étaient au cinéma.
Elle lui avait assuré : "J'irai te voir demain"
Elle lui avait assuré qu'elle irait le/la voir le lendemain
5. Question simple (réponse oui/non)
« Est-ce que le professeur est arrivé ? »
Elle a voulu s'avoir si le professeur était arrivé.
6. Imperatif
Impératif >> de + Infinitif
Ne sors pas par là!
Il lui a dit de ne pas sortir par là
7. Pronom objet
Que veux-tu ? Qu'est-ce que tu veux ?
Elle m'a demandé ce que je voulais.
L'Imperfait
nous Verbo menos ons + ais, ais, ait, ions, iez, aient
exemplos:
Avoir:
Nous av-ons elle av-ait
Parler:
Nous parl-ons je parl-ais
Habib Diário:
Na aula da arquitetura hoje, descobri que não era mesmo pra ler o texto inteiro do Foucault - só o cap. 3!!! Miércoles... enfim dia 19/05 ela vai dar um trabalho pra fazer em sala no dia 26.
Mais há o que dizer, mas depois eu digo.
Domingo de Abril
Foucault - Vigiar e Punir:
A professora de Estudos Socio-econômicos, Cristina Meneghelo, mandou a gente ler esse livro, não gostei de ler mas gostei do que li sentiu a diferença?. Achei o texto muito devagar e prolixo. Li só o começo do primeiro capítulo onde ele fala do suplício e o fichamento da Fernanda sobre o terceiro capítulo: O Panoptismo.
No primeiro capítulo, Foucault defende a idéia de que antes a punição era sobre o corpo (tortura) e de preferência em praça pública pra servir de exemplo, entretanto isso acabava por igualar a justiça aos assassinos. Com o passar dos an_s (séc XVIII - XIX) [ou sei lá o quê- com o aumento do sentimento de humanismo? sei lá, não entendi muito bem essa passagem, sei só que a crueldade foi diminuindo até chegar na guilhotina (que era mais instantânea)], a punição passou para a alma e nada mais desse negócio de expor os criminosos em praça pública. "O legal" agora era privar os caras da liberdade... isso & aquilo... e papo vai - papo vem, esse Foucault enrola pra caralhooo!
Sobre o panoptismo a coisa é fazer uma metáfora do prédio panóptico do cara lá, o Bentham, com a sociedade vigiada. A questão é que o prédio (um presídio) é de uma arquitetura tal que nunca os presos conseguem saber se estão sendo vigiados em dado momento ou não, o que cria certo receio. Ampliando este conceito para a sociedade, diria-se que o Estado "impõe às cidades todas o esquema de vigilância que visa a coagir as pessoas à ordem.(...) Ter a polícia circulando pelas ruas das cidades é justamente a idéia panóptica de nunca saber se o indivíduo é ou não observado naquele momento, inibindo todos os comportamentos diferentes dos estabelecidos." [palavras da Fer] Sacou?
Milton Santos - O Espaço do Cidadão
Mais um texto na conta da Cristina. Texto bom e legal apesar de não pegar algumas partes (literamente: a cópia veio faltando umas 10 páginas!). Esse assunto de cidadania sempre foi um pé-no-saco, mas é uma coisa muito importante, pricipalmente no Brasil, né. NÃO ADIANTA: falar em cidadania É, INEVITAVELMENTE, cair num lugar comum, numa encheção de saco, naquele mesmo nhém-nhém-nhém de sempre (você viu ali em cima né? "pricipalmente no Brasil, né" aí eu podia continuar a frase com: onde os políticos isso & aquilo, onde o povo não sabe exigir seus direitos, blah blah blah) Maaaaaaaaaaasssss apesar disso o texto é muito bom, e fala muitas coisas certas. A idéia principal é de que no Brasil não existem cidadãos e sim consumidores. Que o dinheiro (capacidade de comprar) que confere "uma certa cidadania" ainda que mutilada e igualada a idéia de consumo. Eu poderia tentar explicar melhor isso, mas já está dando a hora de ir...
Willian Hanks - Texto e Textualidade in qqr lugar que eu não sei
Esse é um texto que eu comecei a ler no domingo pra aula de Lingüística Textual, da Anna Bentes. Mas eu já tava com tanto sono que não entendi nada. Basicamente é aquela coisa de questionar/desconstruir característica da pós-modernidade. Ele questiona essa coisa dos limites do texto, do status do texto, da centração do texto, da vocalização no texto (eu parei de ler aí pq já não tava entendendo mais nada e tava com sono). O que eu lembro assim pra explicar agora, sem olhar no texto nem no caderno é que essa coisa de centração nada mais é que "pregar", "enfiar" o contexto como sendo uma coisa dentro do texto e não considerá-lo como uma coisa extra.
Resumindo
estudei pouco por causa do novo guarda-roupa que a dona Luzia quis colocar no meu quarto, ou seja, fiquei arrumando as bagulhera o fds inteiro praticamente... é só.
Mais há que dizer mas isto basta.
A professora de Estudos Socio-econômicos, Cristina Meneghelo, mandou a gente ler esse livro, não gostei de ler mas gostei do que li sentiu a diferença?. Achei o texto muito devagar e prolixo. Li só o começo do primeiro capítulo onde ele fala do suplício e o fichamento da Fernanda sobre o terceiro capítulo: O Panoptismo.
No primeiro capítulo, Foucault defende a idéia de que antes a punição era sobre o corpo (tortura) e de preferência em praça pública pra servir de exemplo, entretanto isso acabava por igualar a justiça aos assassinos. Com o passar dos an_s (séc XVIII - XIX) [ou sei lá o quê- com o aumento do sentimento de humanismo? sei lá, não entendi muito bem essa passagem, sei só que a crueldade foi diminuindo até chegar na guilhotina (que era mais instantânea)], a punição passou para a alma e nada mais desse negócio de expor os criminosos em praça pública. "O legal" agora era privar os caras da liberdade... isso & aquilo... e papo vai - papo vem, esse Foucault enrola pra caralhooo!
Sobre o panoptismo a coisa é fazer uma metáfora do prédio panóptico do cara lá, o Bentham, com a sociedade vigiada. A questão é que o prédio (um presídio) é de uma arquitetura tal que nunca os presos conseguem saber se estão sendo vigiados em dado momento ou não, o que cria certo receio. Ampliando este conceito para a sociedade, diria-se que o Estado "impõe às cidades todas o esquema de vigilância que visa a coagir as pessoas à ordem.(...) Ter a polícia circulando pelas ruas das cidades é justamente a idéia panóptica de nunca saber se o indivíduo é ou não observado naquele momento, inibindo todos os comportamentos diferentes dos estabelecidos." [palavras da Fer] Sacou?
Milton Santos - O Espaço do Cidadão
Mais um texto na conta da Cristina. Texto bom e legal apesar de não pegar algumas partes (literamente: a cópia veio faltando umas 10 páginas!). Esse assunto de cidadania sempre foi um pé-no-saco, mas é uma coisa muito importante, pricipalmente no Brasil, né. NÃO ADIANTA: falar em cidadania É, INEVITAVELMENTE, cair num lugar comum, numa encheção de saco, naquele mesmo nhém-nhém-nhém de sempre (você viu ali em cima né? "pricipalmente no Brasil, né" aí eu podia continuar a frase com: onde os políticos isso & aquilo, onde o povo não sabe exigir seus direitos, blah blah blah) Maaaaaaaaaaasssss apesar disso o texto é muito bom, e fala muitas coisas certas. A idéia principal é de que no Brasil não existem cidadãos e sim consumidores. Que o dinheiro (capacidade de comprar) que confere "uma certa cidadania" ainda que mutilada e igualada a idéia de consumo. Eu poderia tentar explicar melhor isso, mas já está dando a hora de ir...
Willian Hanks - Texto e Textualidade in qqr lugar que eu não sei
Esse é um texto que eu comecei a ler no domingo pra aula de Lingüística Textual, da Anna Bentes. Mas eu já tava com tanto sono que não entendi nada. Basicamente é aquela coisa de questionar/desconstruir característica da pós-modernidade. Ele questiona essa coisa dos limites do texto, do status do texto, da centração do texto, da vocalização no texto (eu parei de ler aí pq já não tava entendendo mais nada e tava com sono). O que eu lembro assim pra explicar agora, sem olhar no texto nem no caderno é que essa coisa de centração nada mais é que "pregar", "enfiar" o contexto como sendo uma coisa dentro do texto e não considerá-lo como uma coisa extra.
Resumindo
estudei pouco por causa do novo guarda-roupa que a dona Luzia quis colocar no meu quarto, ou seja, fiquei arrumando as bagulhera o fds inteiro praticamente... é só.
Mais há que dizer mas isto basta.
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